terça-feira, 28 de junho de 2011


         ANA BEATRIZ AVANCINI AZNAR  .. SÃO 10 ANOS!

Paramos de correr gritando na rua, de andar descabelada e tentar conquistar o mesmo menino. Nós tornamos o que somos hoje... Lindas, inteligentes & engraçadas.   E mesmo assim, eu ainda anda descabelada. O que aconteceu nesse tempo todo?  Ganhamos amigos, perdemos amigos. Gente que se foi involuntariamente e faz falta, gente que foi porque quis, e não faz falta nenhuma. Fomos educadas, mas isso muito difícil, juntas éramos insuportáveis. E sempre foi assim, brincamos, cantamos, choramos, rimos, corremos na chuva e na chuva. Os apelidinhos maldosos, os olhares que valiam mais que palavras. A gente se conhece demais.  As brigas, as brincadeiras, as festas, as dormidas de uma na casa da outra, isso foi a vida pra mim. Vivemos e nos escondemos da vida tantas vezes, nos separamos e depois nos aproximamos de novo. Hoje olho pra trás sem me arrepender de ter passado todo esse tempo com você. Não só o tempo, mas as idéias, os sentimentos, as coisas da vida.. TODAS ELAS! Quando me lembro dos velhos tempos, e das coisas maravilhosas que me aconteceram, você sempre esteve lá, e foi demais não é? Não digo que nunca vamos nos separar, mas ressalto que sempre estarei aqui. 

          Eu te amo e nunca vou te abandonar.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

“Ela tem muita dúvida como todos têm. Mas nem todos sabem a beleza de saber lidar com a tristeza. Ela sabe. Ela ouve a música que seu coração pede e modela seu ritmo ao seu estado de espírito. Ela dança a coreografia de seus sentimentos, e todos podem ver. Ela é mais que um sorriso tímido de canto de boca, dos que você sabe que ela soube o que você quis dizer. Ela fala com o coração e sabe que o amor, não é qualquer um que consegue ter. Ela é a sensibilidade de alguém que não entende o que veio fazer nessa vida, mas vive.”
Eu queria que minhas palavras fossem o suficiente para te reconfortar, o suficiente já que estamos tão distantes. Na verdade, eu queria estar bem perto de você para que percebesse que esse meu silêncio é o modo mais sincero de dizer “estou aqui e vou cuidar de ti”. Queria te envolver em meus braços e fazer-te esquecer os problemas, as angústias. Queria beijar-lhe os lábios e te fazer sorrir com besteirinhas que só nós entendemos. Queria voltar no tempo e resgatar todos os nossos sorrisos, todos os nossos bons momentos, todos os momentos que nos fizeram aprender, mas como não se pode resgatar o que ficou no passado estou aqui. Quero construir novas histórias, trazer-lhe novos sorrisos, fazer-te feliz mais uma vez, como não fiz ainda. Estamos distantes e todos sabem disso, mas quem foi que disse que não posso fazer com que me sinta perto mais uma vez? Eu quero tentar, deixe-me amá-lo.
                      Sem nomes, ele sabe que é pra ele.
Na frente dos outros sou a pessoa mais forte do mundo. Mas é quando estou sozinho, isolado, que eu desabo e minha armadura se racha ao meio.

domingo, 5 de junho de 2011

E, pouco a pouco, eu vou desmoronando. Sem ninguém perceber ou se importar. E quando tudo parece se encaixar vem uma música, um vídeo, um filme, uma mensagem, qualquer coisa. E toda a dor volta para o meu peito, mostrando que, afinal, não sou tão forte quanto pensava ser.

sábado, 4 de junho de 2011

   


Não que eu me apaixone muito por idiotas. Eu me apaixono todo dia pelo mesmo idiota, pelos mesmos defeitos, pelas mesmas palhaçadas, pelo mesmo jeito e com muito mais intensidade do que o dia anterior.